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A Impressão Digital

Em 1938 o inventor Chester Carlson inventou o processo de fotocópia mundialmente conhecido sob a marca Xerox. Seu funcionamento está baseado nos princípios da eletricidade estática. Originalmente, no processo conhecido como Light-Lens, um cilindro fotossensível era carregado com a imagem refletida do original através de espelhos.
Após essa etapa, forma-se uma imagem latente do original na superfície do cilindro. O cilindro recebe uma carga de material conhecido como toner ou tonalizador que é atraído pelas cargas que formam a imagem. O toner é então transferido para o papel, também através de cargas elétricas, e então fixado ao mesmo, em processo que envolve calor e pressão.
Nos dias de hoje, a imagem latente é formado no cilindro com o uso de raios laser ou diodos emissores de luz (LEDS), no processo chamado de digital.
A evolução veio em 1969 onde o pesquisador Gary Starkweather adaptou um modelo de copiadora Xerox transformando-a em uma impressora laser. Com o advento da editoração eletrônica foi necessária a criação de uma interface entre o computador e a copiadora, nascia então o RIP (Raster Imaging Processor), dispositivo capaz de converter a imagem digital em uma linguagem que pudesse ser entendida pela impressoras, as duas linguagens mais utilizadas hoje em dia são a PCL desenvolvida pela HP e a PostScript, desenvolvida pela Adobe.

 

 

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